davos lago

A BELEZA DAS COISAS

Há milagres discretos todos os dias

Todos os dias, a vida coloca pequenas maravilhas diante de nós. Se as quisermos ver…

Um lago perdido nos alpes suíços, um céu pintado por um pôr do sol esperado ou inesperado. O perfume da terra depois da chuva. O sorriso sincero de um desconhecido. O canto de um pássaro que insiste em quebrar o silêncio da manhã.

São momentos com tanto de simples como pequenos, quase invisíveis.
E, no entanto, carregam uma beleza capaz de transformar um dia inteiro.
O problema é que raramente paramos para os ver, porque só a beleza interior de cada pessoa, tem a oportunidade de captar esses momentos.

Viver como uns cegos… já vivem tantas pessoas à nossa volta…


Vivemos demasiado depressa

Corremos de compromisso em compromisso, de preocupação em preocupação, como se a felicidade estivesse sempre no próximo destino e nunca no caminho.
A cabeça enche-se de contas, responsabilidades e inquietações. Os olhos olham, mas já não observam. Ouvimos, mas já não escutamos, e assim, a beleza passa por nós.

Deixámos de estar disponíveis para a encontrar, sem tempo a perder pensamos nós…


O olhar também cria beleza

A beleza não está apenas nas coisas, mas também na forma como escolhemos olhar para elas.
Há dias comuns que se tornam especiais quando paramos e aprendemos a observá-los com mais calma. Há momentos aparentemente insignificantes que ganham profundidade quando lhes damos atenção.

Porque a gratidão tem essa capacidade extraordinária de iluminar o que sempre esteve ali para nós.


Parar para ver

A vida é feita, sobretudo, de pequenos instantes que passam diante dos nossos olhos todos os dias.
E talvez a verdadeira riqueza esteja precisamente aí, na capacidade de parar por um momento, respirar fundo e descobrir que a beleza nunca esteve distante.

Sempre caminhou ao nosso lado. Silenciosa. Paciente.
À espera que finalmente a víssemos, numa descoberta tardia… mas sem perder tempo… by pedro de melo, 2026

participar no blog

PROCURA NO PORTAL DAS COMUNIDADES

 
O Fio da Navalha: Escrever Sem Medo

“O Fio da Navalha” é um reencontro com a escrita. Um espaço sem regras rígidas, onde as palavras surgem cruas, espontâneas e livres de máscaras. Não é diário, manifesto ou literatura: é simplesmente um lugar onde escrever significa viver, mudar e, se necessário, reescrever.

Aqui, os textos não são definitivos. Hoje dizem uma coisa, amanhã podem dizer outra, porque quem escreve também muda. Não interessam lugares, horas ou coordenadas. Interessa o momento e aquilo que merece ser dito.

Os temas serão pessoais: dúvidas, alegrias, dores, memórias, provocações e devaneios. Sempre na primeira pessoa, porque esconder o autor atrás de personagens deixou de fazer sentido.

Podes pegar neles, adpatar e reenviar, será publicada a tua versão... até que alguém se lembre de pegar nela e alterar. É um jogo talvez. 

Escrever no fio da navalha é cortar o medo. É expor pensamentos sem maquilhagem, aceitar contradições e avançar sem rede.

Voltei à escrita. Sem desculpas, sem moldes e sem medo.

 

lamina

crónicas distantes, sem tempo, sem nexo, para usares e abusares... copia, altera, faz tuas as palavras...
Sobre ribeiros secos
 
Sobre libertar uma borboleta
 
Os homens não choram
 
A arte de saber partilhar
 
A beleza das coisas
 
Ignorar não é pensar positivo
 
Sobre dar e receber
 
Reset... o recomeço
 
Talentos escondidos, tesouros enterrados
 
As palavras que nascem das feridas
 
As memórias do mar
 
As portas fechadas
 
As escolhas
 
O silêncio das respostas
 
A travessia do deserto
 
O tamanho da alma
 
Parasitas da alma
 
Quebrar o gelo
 
O valor das coisas
 
Sobre envelhecer
 
O medo das respostas
 
Zangado com o mar
 
Tristeza versus raiva
 
Ribeiros e mares
 
Sobre lobos e águias
 
Outro dia... Outro lugar
 
A casa às costas
 
Coisas que não digo
 
Onde fui... quando desapareci
 
A pele que se veste
 
O homem livre
 
O Senhor Contente
 
Sobre a vaidade
 
Sobre perguntas e respostas
 
Banal realidade
 
O soldadinho de chumbo
 
O circo de feras
 
Se... houver justificações
 
Sobre marcas nas paredes
 
O mar sem sal
 
Outubro e os sonhos
 
Derrotas
 
Cuida dos teus talentos...
 
Ser ou não ser...
 
A vida acontece todos os dias...
 
A arte de ser feliz!
 
A força de acreditar...
 
Sobre as perdas de tempo...
 
Os dias diferentes...
 
Dias vazios
 
As palavras soltas...
 
Impossivel fazer alguém feliz...
 
As PALAVRAS...
 
Hoje é o melhor dia de sempre...
 
Entre nascer e morrer...
 
Quando tudo é pouco...
 
A teia...
 
O significado da felicidade...
 
Sobre medos no caminho...
 
A sociedade perdeu o pio...
 
O Super Homem versão 2020...
 
O manual de instruções...
 
O princípio é o fim!
 
A ilha deserta...
 
A culpa...
 
O fio da navalha
 
Outro dia … outro lugar...
 
A força de acreditar ou não...
 
Tempos passados...
 
Os intocáveis...
 
Decide-te... agarra a tua vida...
 
O fogo que arde em ti... convicção ou convencido!
 
Hoje é o meu melhor dia de sempre
 
Ajuste de contas...
 
Não me roubem o mar...
 
Esperas e outras horas vazias...
by pedro de melo, aquele a quem roubaram o mar...

​​to be social

 

 

Pub

 

PROCURAR NO INFO SHOP PORTUGAL

 

Pub

Pub

Pub

Pub

saberes&sabores

PROCURAR NO INFO SHOP PORTUGAL