Os códigos “E”, o pão nosso de cada dia

 

Não é novidade para ninguém, a conservação alimentar tem sido desde sempre um cuidado acrescido em todas as gerações; já os povos romanos utilizavam formas, embora rudimentares de conservar os géneros.

 

A natureza já não é o que era. Os produtos que hoje em dia nas montras naturalmente nos aguçam o apetite muto pouco têm de natural. O pão nosso de cada dia passaram a  ser os corantes  ( E100 a E 199), os conservantes ( E200 até E299), os àcidos (E300 até E399), as  gelatinas e emulgadores (E400 até E499); se juntar-mos a estes os adicionantes de sabor (E600 até E699) e os adoçantes (E900 até E999) não será difícil concluir que passamos a vida a digerir mais que uma sopa de letras uma sopa números.

Mas o que são estas identificações E (qualquer coisa)?

 

Não são mais que códigos de substâncias aditivas criados pela União Europeia para designar e autorizar a alteração da constítuíção normal de produtos, que no entanto, e obrigatoriamente, têm que ser indentificados e declarados na embalagem. Uma sopa de galinha continua a ser uma sopa de galinha mas os ingredientes são outros.

 

Se é certo que ao comprar o produto no supermercado olhamos ao nome em primeiro lugar e em segundo talvez à firma que o produz, também é certo que prescindimos de uma informação mais completa sobre os ingredientes...um folheto como os que acompanham os medicamentos seria uma extravagância na sociedade actual mas uma possibilidade num futuro não muito longínquo. Não só por comodidade mas também porque existe uma base de confiança nas instítuíções que aprovam certos aditivos como não sendo nocivos para a saúde prescindimos automaticamente de tal informação.

 

Na perspectiva da indústria alimentar, outros argumentos não seriam de esperar, os produtos com aditivo E são uma garantia de segurança no consumo.

 

No entanto uma observação atenta de informações que ninguém nos dá...é necessária uma investigação bastante profunda e cuidada, mostra-nos que o colorante E123, está provado como possível de provocar o cancro.

 

Na perspetiva da indústria alimentar, outros argumentos não seria de esperar, os produtos com aditivos E são uma garantia de segurança da qualidade de produção; no entanto se observarmos os resultados de algumas investigações idóneas poderemos verificar que o colorante E102 e os conservantes E230 até 233, muito usados na preparação de frutas, provocam alergias.

 

Provado está também que o conservante E220, dióxido de enxofre, provoca dores de cabeça e mau estar intestinal.

(MyFoodStreet 2019-visita a página)

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